A possível regulamentação do ensino domiciliar, em tramitação no Senado, seria um retrocesso, principalmente, para o público da educação especial, avalia a coordenadora de Advocacy do Instituto Rodrigo Mendes. Karolyne Ferreira refere-se a crianças e jovens com deficiência, autistas, com altas habilidades ou superdotação. Segundo ela, a luta para que esses grupos tivessem acesso à escola comum foi muito árdua.
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Aprovação do homeschooling seria um retrocesso na educação inclusiva
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